Às vezes a gente acha que é o amor que não nos deixa esquecer alguém, mas
muitas vezes é a mágoa disfarçada. É o querer frustrado que lembramos a todo
instante. É o ADEUS sem tentar, o não acreditar de alguém.
Muitas
vezes é a decepção que nos amarra, é porque a gente não quer admitir um capítulo
tão triste em nossa história, a gente se nega a uma realidade cruel onde não
existe amor, apenas conquista.
Acredite, às vezes não é amor. É só um
orgulho ferido porque fomos descartados pelos que pregam desapego às pessoas,
pelos que fazem pessoas de passatempo.
Nesses casos, nossa libertação
não é amá-los ainda mais (sim, porque às vezes a gente realmente ama junto com a
mágoa), não é desejar o retorno, tê-los não é nossa cura. É simplesmente
PERDOAR.
Sim, porque a rejeição machuca mesmo, fere muito além do
orgulho, fere a alma. Parece que coloca em xeque nosso valor. É assim que nos
sentimos, mesmo que nossa razão não diga isso.
Mas quem também já não
deu um fora num cara maravilhoso ou numa mulher incrível Burrice? Pode ser. Medo? Talvez. Ou às vezes simplesmente
não era o tempo. Outras vezes, apenas NÃO ERA.
Dá pra entender? Não.
Não usando a lógica.
A questão é: quer se libertar? PERDOE.
Perdoe-se.
Amor não liberta, amor cria aliança. Amor preenche. Amor
perdoa.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
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